Sinopse: Desde muito pequena exibindo talento para patinação artística no gelo, Tonya Harding (Margot Robbie) cresce se destacando no esporte e aguentando maus-tratos e humilhações por parte da agressiva mãe (Allison Janney). Entre altos e baixos na carreira e idas e vindas num relacionamento abusivo com Jeff Gillooly (Sebastian Stan), a atleta acaba envolvida num plano bizarro durante a preparação para os Jogos Olímpicos de Inverno de 1994. Baseado em fatos reais. Opinião: Com um estilo de montagem que une uma história dramática e um documentário, “I, Tonya” tem um ritmo bem acelerado e alinear, revelando o quão perturbadora e profunda é a história dessa patinadora olímpica. Palmas para Margot Robbie e sua capacidade de se desmontar dos papéis sexy e entrar em alto nível em um trabalho dramático que leva como tema principal o assédio. Vale comentar o sarcástico utilizado como alívio cômico e principal recurso para preencher a personalidade das duas personagens indi...
Nos arredores dos parques da Disney existem pequenas populações que ilustram bem a periferia em sua essência. Pessoas a margem da riqueza que, apesar de próximas, não aproveitam da nobreza estabelecida no centro. Um clássico da maioria das cidades. Esse é o enredo de Projeto Flórida. Aonde veremos um roteiro guiado por uma jovem mulher e sua filha. A crítica em si é fundamental. É bem importante observarmos o que o filme quer mostrar. A história tem uma veia crítica evidente e coloca de diversas formas as posições que pobres e ricos postulam na nossa sociedade. Agora, mesmo com a boa atuação de Dafoe, nem ele nem o filme salvam o espetáculo em si. A ideia aqui era gerar um filme crítico, mas somente a crítica apareceu. O filme é um festival de más atuações, com lampejos de Willem Dafoe e da jovem protagonista Brooklynn Prince. Mas, não encanta. A obra flui sem ritmo e acaba sendo neutra e sem graça. Uma pena, já que, com um pouco mais de esmero, daria um bom projeto.
Sinopse: Após perder a chance de participar dos Jogos Olímpicos devido a uma fatalidade que resultou em um grave acidente, a esquiadora Molly Bloom (Jessica Chastain) decide tirar um ano de folga dos estudos e ir trabalhar como garçonete em Los Angeles. Lá conhece Dean Keith (Jeremy Strong), um produtor de cinema que decide contratá-la como assistente. Logo Molly passa a coordenar jogos de cartas clandestinos, organizados por Dean, que conta com clientes muito ricos e famosos. Fascinada com o ambiente e a possibilidade de enriquecer facilmente, Molly começa a prestar atenção a todos os detalhes para que ela própria possa organizar jogos do tipo. Opinião: Baseado em fatos reais, “A grande jogada” conta a história da polêmica de Molly Bloom. Nesse filme alinear, seremos apresentados, desde o início, ao que Molly se tornou, porém, na forma de um quebra-cabeça alucinante, vamos conhecendo as profundezas de sua trajetória, conhecendo cada submundo por qual ela passou. Com...
Delicado, preciso e fantasioso. Esses são os termos para definir esse novo trabalho de Guillermo del Toro que, além de encantar com simplicidade, ainda traz referência a um grande clássico do horror. Del Toro foi buscar em "The creature from the Black Lagoon" a inspiração para esse romance nada comum e que aborda de maneira muito sutil assuntos como preconceito e auto aceitação. Na fotografia, o destaque fica por conta da película verde que vai se transformando à medida que o enredo se desenrola. Os cenários e referências da década de 1960's são para conquistar qualquer apaixonado pelo retrô. Vale o ingresso do cinema e cada segundo na telona, ainda mais agora que o filme tem o selo de aprovação do Oscar com 13 indicações e 4 prêmios (Melhor filme, diretor [Guillermo del Toro], Design de Produção e Trilha sonora).
Sinopse: Winston Churchill (Gary Oldman) está prestes a encarar um de seus maiores desafios: tomar posse do cargo de Primeiro Mnistro da Grã-Bretanha. Paralelamente, ele começa a costurar um tratado de paz com a Alemanha nazista que pode significar o fim de anos de conflito. Opinião: De longe o que mais chama a atenção é a transformação e a atuação de Gary Oldman. Realmente um trabalho digno de prêmio ao dar a luz a uma das mentes mais brilhantes da política mundial. É digno de se destacar a fotografia escura e misteriosa, algo que ajuda, e muito, no clima político e tenso da segunda guerra mundial. De negativo vale a menção a personagem da atriz Lily James. Nada contra a atriz, mas sua personagem é algo que soa muito artificial e realmente não agrega em nada ao filme. Indicações: Melhor filme, ator (Gary Oldman), figurino, direção de arte, maquiagem e cabelo Trailer:
Sinopse: Inconformada com a ineficácia da polícia em encontrar o culpado pelo brutal assassinato de sua filha, Mildred Hayes (Frances McDormand) decide chamar atenção para o caso não solucionado alugando três outdoors em uma estrada raramente usada. A inesperada atitude repercute em toda a cidade e suas consequências afetam várias pessoas, especialmente a própria Mildred e o Delegado Willoughby (Woody Harrelson), responsável pela investigação. Opinião: A ideia desse filme é surpreender desde o início. Seja com uma trilha bem colocada ou com atuações impactantes. Um desses filmes que lavam a alma e que acabam trazendo para tela toda a imperfeição humana. Mais um desses trabalhos que nos ensinam a importância de romper o ciclo de ódio que vivemos nos últimos anos. PS: o nome do filme parece estanho, mas nos primeiros minutos vem a explicação!! Indicações: Melhor filme, atriz (Frances McDonagh), ator coadjuvante (Sam Rockwell), Ator coadjuvante (sim, duas indicações - W...
Sinopse: O sensível e único filho da família americana com ascendência italiana e francesa Perlman, Elio (Timothée Chalamet), está enfrentando outro verão preguiçoso na casa de seus pais na bela e lânguida paisagem italiana. Mas tudo muda quando Oliver (Armie Hammer), um acadêmico que veio ajudar a pesquisa de seu pai, chega. Opinião: Com um ritmo tipicamente de trabalhos italianos da qual simplesmente esquecemos que estamos assistindo a um filme, “Me chame pelo seu nome” revela de maneira delicada o descobrimento da paixão. Com um cenário magnífico, somos apresentados a uma história que lembra o clássico filme “Morte em Veneza”, inclusive pelo final arrebatador e que desce fundo na alma. Indicações: Melhor filme, ator (Timothée Chalamet), Roteiro adaptado Trailer:
Sinopse: Miguel é um menino de 12 anos que quer muito ser um músico famoso, mas ele precisa lidar com sua família que desaprova seu sonho. Determinado a virar o jogo, ele acaba desencadeando uma série de eventos ligados a um mistério de 100 anos. A aventura, com inspiração no feriado mexicano do Dia dos Mortos, acaba gerando uma extraordinária reunião familiar. Opinião: Absolutamente lindo. É realmente incrível como a Pixar consegue pegar um tema como o dia dos mortos, de uma cultura da qual não estamos acostumados - a mexicana, e ainda sim nos tocar e emocionar. O filme é de uma sensibilidade incrível, valorizando a família e nos guiando a lutarmos pelos nossos sonhos. Indicações: Canção Original e Animação. Abaixo a canção "Remember me" e o trailer : Trailer:
Tem filme para todos os gostos: drama, romance, ficção científica O Oscar é amanhã! E a gente já está aqui na expectativa pra saber se mandou bem no bolão. A 89ª edição do evento traz títulos para todos os gostos: tem romance, drama, ficção científica e todas as histórias tem uma característica em comum: roteiros surpreendentes. Nomes consagrados como Viola Davis, Denzel Washington e Emma Stone discutem assuntos polêmicos como preconceito racial, sexual e social, depressão, homossexualidade e contato extraterrestre . Nós já temos nossos favoritos, mas agora queremos saber sua opinião! Para refrescar a memória, fizemos um resumão dos concorrentes. Conheça os indicados ao Oscar de Melhor Filme 2017! A chegada A Chegada conta a história da linguista Louise Banks (Amy Adams) que é procurada por militares depois que seres interplanetários resolvem fazer uma visitinha na Terra. A linguista precisa traduzir os sinais deixados pelos alienígenas e descobrir porq...
Vocês já devem imaginar o quanto essa época do Oscar é corrida por aqui, além dos filmes de melhor figurino, a gente sempre acompanha os indicados a “Melhor Filme” e o que mais der tempo. E esse ano a coisa foi bem diversificada quando o assunto é “melhor filme”, já em figurino todas as fichas foram para os figurinos de época. Os anos 1940 e 1950 aparecem em peso, rendendo belas inspirações de looks para as apaixonadas pelas décadas. Conheça os indicados ao Oscar de melhor figurino de 2017! “ Florence – Quem é Essa Mulher ” Com figurino de Consolata Boyle (indicada anteriormente por “A Rainha”), Florence se passa na década de 1940 e apresenta looks de palco e do dia-a-dia. Com arranjos de cabeça muito bem trabalhados, tecidos acetinados e estampados e joias poderosíssimas, Boyle constrói o visual da alta sociedade americana nos anos 1940 em paralelo com os palcos das grandes apresentações de ópera e teatro. A inspiração? Os looks registrados em fotos da F...









