Sinopse: Após perder a chance de participar dos Jogos Olímpicos devido a uma fatalidade que resultou em um grave acidente, a esquiadora Molly Bloom (Jessica Chastain) decide tirar um ano de folga dos estudos e ir trabalhar como garçonete em Los Angeles. Lá conhece Dean Keith (Jeremy Strong), um produtor de cinema que decide contratá-la como assistente. Logo Molly passa a coordenar jogos de cartas clandestinos, organizados por Dean, que conta com clientes muito ricos e famosos. Fascinada com o ambiente e a possibilidade de enriquecer facilmente, Molly começa a prestar atenção a todos os detalhes para que ela própria possa organizar jogos do tipo. Opinião: Baseado em fatos reais, “A grande jogada” conta a história da polêmica de Molly Bloom. Nesse filme alinear, seremos apresentados, desde o início, ao que Molly se tornou, porém, na forma de um quebra-cabeça alucinante, vamos conhecendo as profundezas de sua trajetória, conhecendo cada submundo por qual ela passou. Com...
Você gosta de suspense? Gosta de ter aquela sensação insana de devorar o livro para conhecer o final de uma história? Se sim, esse é o livro ideal. Confesso que, ao andar na livraria para procurar um livro, esse me chamou atenção pela linda capa. Acredite, o livro é realmente lindo, e digo lindo pela parte estética, nem estou me referindo a obra em si. Outro detalhe é o nome Stephen King na capa. Não que o livro seja dele, mas o autor colocou a recomendação do autor para atrair os fãs do mestre do terror psicológico. Quis começar esse texto assim pois realmente não conhecia o autor, Andrew Pyper, e nem muito menos a história, mas, ainda sim, amei essa ficção. "Os condenados" conta a história de Daniel Orchard, um adolescente perturbado e quieto que, aqui começa o suspense, tem a capacidade de morrer e voltar do mundo dos mortos. Sei o que você está pensando: mais uma história de zumbi ou roteiro de terror daqueles bem sem graça que já vimos mui...
O assunto cultura do estupro está realmente em alta, deflagrando a barbárie que as mulheres sofreram, e sofrem, nesse mundo machista e patriarcal. Para combater aquele que é o principal sinal dessa cultura de ódio, o Instituto Maria da Penha desenvolveu uma campanha que ajuda o homem a entender que “elogio” como "Ei, gostosa!”, “bom dia, delícia”, “vem cá com o papai, vem!” são ofensas que, além de não agradá-las, ainda as intimidam por medo de consequências como estupro e/ou violência. A campanha teve parceria com três canais predominantemente masculinos, ESPN, GQ e UOL, e consiste em desenvolver um anúncio em que a pessoa não pode "escapar", forçando a pessoa que está assistindo a ver o que as mulheres passam nas ruas. Com vocês a campanha:
Hoje é #RedLipsDay que a gente já falou aqui e o projeto lançou uma blogagem coletiva com o tema “A beleza de fugir dos padrões e ser feliz com suas escolhas” e eu fiquei tão empolgada que resolvi participar. Padrão sempre foi uma coisa que me assustou muito, eu cresci me sentindo sempre um pouco deslocada de todos os meus amigos e familiares. Eu sempre fui a "estranha" que gostava de coisas que ninguém gostava e por isso acabei preferindo (e aprendendo) a passar bastante tempo comigo mesma. Um dos maiores desafios pessoais (e acredito que o da maioria das mulheres) foi aprender a aceitar (e amar) minha aparência. Eu sempre fui muito rude e exigente comigo, nunca aceitei meu cabelo volumoso e sem forma, meu diastema, as espinhas no rosto, o nariz, a falta de peitos. Eu sempre olhei pro pior de mim e quis mudar coisas que não podem ser mudadas, porque tudo que eu queria era me parecer com o que todo mundo dizia ser bonito. Uma das coisas que mais me ajudou ...
Criado em 2002 pelo comediante e autor inglês Ben Elton e, com auxiliares de produção Brian May e Roger Taylor (integrantes da Banda Queen), esse espetáculo já foi visto por mais de 15 milhões de pessoas ao redor de 17 países do mundo. A história aproveita as letras icônicas da banda inglesa para criar um enredo futurista onde não existe mais música de qualidade (uma grande ironia né). O planeta terra passa a ser dominado por uma empresa chamada Global Soft que controla as músicas e limita o pensamento individual dos jovens. Roger Taylor (Queen), Ben Elton (comediante) e Brian May (Queen) O roteiro usa o humor para criticar os atuais artistas que fazem música por dinheiro, e não mais com aquela paixão que os grandes artistas do Rock n' roll faziam; produzindo lágrimas para aquelas pessoas apaixonadas por um dos estilos mais consagrados da música mundial e causando uma nostalgia sem limites. Com um grande primor na produção, o espetáculo conta com figurinos b...
Você já deve ter escutado de alguém muito próximo a famosa frase "nasci na época errada" ou "antigamente sim as pessoas sabiam viver" ou "nada do que veio depois de 90 presta". E eu era uma dessas pessoas, até assistir Meia Noite em Paris. Pra quem não viu, Meia Noite em Paris é um filme de Woody Allen, sobre um escritor que acredita viver na época errada, ele é apaixonado pelos Anos 20 e vai para Paris com a noiva, em uma noite enquanto perambula pelas ruas, é transportado para a década de 20, onde conhece seus maiores ídolos e vivencia a noite dos famosos anos loucos franceses. E então, acontece uma das cenas mais geniais do filme, durante um papo sobre o quanto ele acha INCRÍVEL a década em que aquelas pessoas vivem, ele descobre que PASMEM elas prefeririam viver na Belle Époque, o filme então os transporta para essa época e novamente a cena se repete, dessa vez com personalidades como Paul Gauguin, Lautrec e Edgar Degas que suspiravam só d...
Imagem retirada do post da fanpage PAC MÃE Eu tava aqui me controlando pra não falar nada sobre os últimos acontecimentos e burburinhos que rolaram nas redes sociais sobre o Estatuto da Família definir entidade familiar como núcleo formado a partir da união entre homem e mulher , daí eu assisti um vídeo do PSC com todos os envolvidos no caso comentando o "grande avanço na família tradicional" e resolvi chutar o balde.
Audrey Tautou é uma atriz francesa, lieeenda que eu adoro! Já famosa na França, atuou em O Fabuloso Destino de Amélie Poulain e ficou conhecida pelos quatro cantos, ganhando muitos fãs e admiradores. Hoje quando pensamos no cenário atual do cinema francês (nós meros mortais, não cinéfilos rs), logo nos lembramos dela, a própria reafirma essa imagem, mesmo depois de ter atuado em O Código Da Vinci, declarando em entrevistas que não se mudaria jamais para Los Angeles e que poderia até fazer mais filmes em inglês, mas que é de fato uma atriz francesa e é na França que construiu e contrói sua vida e carreira. Legal, né? Então hoje vamos relembrar 5 filmes supimpas dessa atriz!
O livro que é "dark" das palavras até a capa Confesso logo de cara que sou fanático por Stephen King, o autor do livro resenhado de hoje, portanto, espero não ser muito puxa saco dele e conseguir ser bem imparcial na hora de escrever. Este livro em específico foge um pouco do padrão de Stephen King, trazendo quatro histórias que tem apenas a energia negativa e uma riqueza de detalhes como algo em comum, diferente dos outros livros que apresentam apenas uma história bem trabalhada com o ritmo de suspense.
Nos últimos tempos duas coisas vem me chamando a atenção: a primeira é que cada vez mais tem gente reclamando de feminista nas redes sociais, a segunda é que cada vez mais relatos de garotas que foram assediadas nas ruas aparecem nessas mesmas redes sociais. Contraditório, não? Então eu fiquei pensando no quanto é difícil ser mulher e não estou falando aqui sobre ir no salão de beleza, depilação ou andar de salto alto, tô falando de uma coisa muito mais séria, situações que todas nós temos que enfrentar no dia a dia e que por vezes passa até despercebido, como algo natural. Lembre-se: Não é normal ter medo! Agora vem ler e ver se concorda comigo, porque é foda ser mulher...
A senhorinha fashion que conquistou o mundo ganha um documentário contando tudo sobre sua vida e seu estilo. Em um mundo onde a maioria das pessoas segue fielmente a moda, ir contra a maré é sinal de loucura ou estilo. E em uma indústria que valoriza os padrões estéticos e é focada quase que completamente em um público jovem, surge Iris Apfel. Iris não é estilista, não é editora de uma grande revista de moda, mas sim uma decoradora de 93 anos que balançou o universo da moda com sua criatividade e irreverência. Se considera uma das primeiras mulheres a usar calça jeans, já que em 1940 encasquetou que queria usar jeans e camisa branca, na época, comprou jeans masculinos, já que eram os únicos disponíveis, mas a peça ficava muito grande e a moçoila vivia perturbando o dono da loja para fazer modelos menores. "Eu vivia indo lá e pedia para que fizesse um tamanho menor. Enlouqueci o pobre homem, porque continuava voltando, voltando e voltando, até que um dia ele me ligou ...
Gente linda da minha vida, ando beeeem ausente, mas como disse lá na fan page meu computador pifou, meu quarto entrou em reforma e tudo foi virando uma bola de neve gigaaaante, por isso, com o tempo eu vou respondendo todos os comentários com carinho, prometo! Dias atrás o Celso postou aqui um texto falando sobre o Beco do Batman e algumas fotos que fizemos por lá , vocês viram? O que ele não contou foi a surpresa que eu ganhei, um acessório LIENDO DE VIVER que é muito, mas muito amor!











